8 módulos para pais, casais e avós: o processo de Marshall Rosenberg aprendido com as cenas do dia a dia — a refeição, os deveres de casa, os ecrãs, as disputas entre irmãos — depois a escuta, a raiva, as crianças conforme a idade, os adolescentes, o casal, e o momento em que se pede ajuda.
De onde vem a CNV, girafa e chacal, depois os quatro tempos — observar sem julgar, nomear o que se sente, reconhecer a sua necessidade, pedir com clareza — com cenas de refeição, de deveres de casa, de ecrãs e de arrumação.
A empatia que não é nem consolo nem conselho, a escuta de uma criança que chora ou de um adolescente que se cala, a raiva do pai ou da mãe traduzida antes que explode, a crise da criança, e a reparação depois de uma disputa.
Crianças pequenas, crianças em idade escolar e fratrias, adolescentes, casal e coparentalidade, avós, família recomposta ou separada: o mesmo processo, adaptado ao lugar de cada um.
Rituais que perduram, a gratidão, a aceitação dos seus limites como pai ou mãe — e os sinais que impõem pedir ajuda, com os recursos na Suíça: médico, 147, 143, proteção da criança.
A comunicação não violenta ajuda uma família a falar; não torna as crianças obedientes, não apaga o cansaço nem os desacordos, e não substitui nem a pediatria, nem a terapia familiar, nem a mediação profissional. Perante uma violência, um medo numa criança ou uma aflição, a formação ensina a pedir ajuda — sem vergonha. Cada módulo relembra este enquadramento a partir do seu próprio ângulo.
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